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IPC-S tem inflação em sete capitais pesquisadas pela FGV

Média nacional do índice subiu de 0,02% para 0,69% em outubro

| Agência Brasil -

 

Inflação aumenta em capitais. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

 A FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (3), o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) pesquisado em sete capitais no mês de outubro. Em todas as cidades houve aumento, se comparado a setembro. 

A maior alta foi registrada em Recife, onde o índice subiu de 0,37% para 1,67% no período. Em Porto Alegre, o IPC-S saiu de uma deflação de 0,29% para uma inflação de 0,29%. Outras cidades que tiveram deflação em setembro e inflação em outubro foram Belo Horizonte, foi de -0,02% para 0,37%, e São Paulo, que oscilou de -0,08% para 0,55%.

ALTAS 

Nas demais cidades, inflação apresentou as seguintes altas: Brasília passou de 0,20% para 1,04%, Rio de Janeiro, que oscilou de 0,19% para 0,62%, e Salvador, que subiu de 0,33% para 0,53%. A média nacional do IPC-S, divulgada na última terça-feira (1º), subiu de 0,02% em setembro para 0,69% em outubro.  (Com informações da Agência Brasil)

  

 

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IPC-S EM OUTUBRO 

O IPC-S subiu 0,69% no fechamento de outubro, após avanço de 0,62% na terceira leitura do mês e alta de 0,02% em setembro. A informação foi divulgada nesta terça-feira pela FGV. O indicador acumula alta de 5,05% em 12 meses, maior do que o avanço de 4,97% no período até a terceira medição e menor que a alta de 5,13% no fechamento de setembro.

A alta mensal foi maior do que a prevista pela mediana da pesquisa Projeções Broadcast que estimava avanço de 0,66% As projeções, todas de aceleração, iam de 0,63% a 0,76%.

Das oito categorias de despesas que compõem o indicador, três registraram acréscimo em suas taxas de variação entre a terceira quadrissemana do mês e o fechamento de outubro, com destaque para Transportes (-0,69% para -0,19%). O item com maior influência no grupo foi gasolina, (-3,05% para -1,44%).

Alimentação (0,65% para 0,74%) e Comunicação (-1,02% para -0,73%) também apresentaram acréscimo, com destaque para os itens laticínios (-2,18% para -1,49%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-2,44% para -1,86%), respectivamente.

Por outro lado, os grupos Educação, Leitura e Recreação (3,43% para 3,07%), Habitação (0,64% para 0,58%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,86% para 0,85%), Despesas Diversas (0,22% para 0,19%) e Vestuário (0,76% para 0,73%) apresentaram decréscimo. Nestas classes de despesa, os itens com maior peso foram passagem aérea (15,95% para 14,06%), aluguel residencial (0,74% para 0,27%), serviços de cuidados pessoais (0,41% para 0,35%), conserto de bicicleta (0,53% para 0,28%) e tecidos (1,16% para -0,26%), respectivamente.

INFLUÊNCIAS 

Passagem aérea (15,95% para 14,06%), taxa de água e esgoto residencial (2,89% para 3,35%) e condomínio residencial (1,92% para 1,96%) foram os itens que mais pressionaram para cima o índice entre a terceira leitura e o fechamento de outubro. Batata inglesa (24,42% para 24,29%) e plano e seguro de saúde, que se manteve em 1,15% entre a terceira e a última leitura do mês, completam a lista.

Na outra direção, gasolina, (-3,05% para -1,44%), leite tipo longa vida (-7,78% para -5,88%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-2,44% para -1,86%) foram os itens que mais puxaram o indicador para baixo, seguidos por tarifa de eletricidade residencial (-0,49% para -0,66%) e gás de bujão (-0,37% para -0,68%). (Com informações da Agência Estado)

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