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Entenda por que os cães e gatos lambem as patas

Os tutores precisam ficar atentos ao excesso dessa lambedura nessa região

| Da redação -

Os tutores precisam ficar atentos ao excesso dessa lambedura nessa região. (Foto: Freepik)


Você sabia que existem vários motivos que levam os nossos pets a lamberem suas patas? Os tutores precisam ficar atentos ao excesso dessa lambedura nessa região. Segundo especialistas, isso ocorre porque pode significar que o seu cachorro está sentindo algum incômodo.

"Eles podem se lamber, às vezes, num local ou outro. Mas quando isso ocorre, excessivamente, num mesmo local, precisa ligar o alerta vermelho", explica o médico-veterinário e diretor da Faculdade Qualittas, Francis Flosi.
 
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É muito importante que se entenda o motivo desse desconforto para ajudar o animal. Entre as causas aparentes das lambidas frequentes, estão:

- alergias,

- dor,

- tédio ou

- estresse.

Caso não seja tratada, a lambedura excessiva nas patas pode causar ferimentos, inflamações e infecções.
Além disso, outros fatores como chão quente e horário forte de calor podem ser prejudiciais para esse fator e pode causar as temidas infecções.

"Isso pode arder e causar dor, fungos, ácaros, carrapatos, até um câncer ou uma neoplasia entre as patas, fazendo com que o animal passe a ter uma lambedura constante", completou o especialista.

Ele explicou que até os contatos de produtos que usamos em casa ou no quintal, como desinfetantes, também podem causar dermatites e problemas na pele.

Porém, a maioria desses problemas está relacionada ao estresse de cativeiros.

"Muitos estão mais fechados em casa, sem saídas ou então por terem sido isolados da família, devido a chegada de um ente querido.
As atenções foram divididas e o animal de estimação se sente acanhado e começa a se lamber. E se não parar, pode piorar. E isso pode ser desgastante", explicou Flosi.

Segundo o especialista, o animal pisa no ambiente da casa e também pode contaminar o espaço, assim como a própria saliva. "Se for uma infecção, há um tratamento com medicamentos, mas se não for isso, tem que ter um tratamento focado mais no psicológico, como brincar mais com o animal, dando brinquedos que ele goste ou levando ele para distrair com outro animal", finalizou o especialista.
 
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