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Poços de Caldas: homem é preso em flagrante em uma agência bancária suspeito de aplicar golpes

Ele seria do litoral paulista e veio para o Sul de Minas praticar estelionato

| Especial para o tudo ep -

Homem seria de Praia Grande e estaria no Sul de Minas para cometer estelionato. (Foto: Divulgação/PM)
Um homem de 33 anos foi preso, em flagrante, em uma agência bancária de Poços de Caldas (MG), na manhã desta terça-feira (20), por aplicar golpes. O suspeito é natural de Praia Grande, litoral paulista, e estaria no Sul de Minas para cometer esse tipo de crime. 

De acordo com a Polícia Militar, o homem foi reconhecido por funcionários de uma agência da Caixa Econômica Federal. Ele esteve no local no dia 16 de setembro e já havia aplicado um golpe, na qual sacou R$ 2 mil do banco. O suspeito estava com documentos falsos e teria sido preso na cidade de Lavras por crimes de estelionato. 

"Ele confessou que portava uma identidade falsa e que também estava realizando a prática de estelionato. No mês passado o homem teria sido preso na cidade de Lavras pelo mesmo crime", disse a polícia. 

O suspeito foi preso e levado para a Delegacia da Polícia Civil.  

 

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MAIS CRIMES DE ESTELIONATO NA REGIÃO

A Polícia Civil de Itajubá desencadeou no dia 5 de setembro a operação Juventude Perdida, que prendeu três pessoas e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em cidades do Estado de São Paulo, para crimes de estelionato. A organização criminosa teria movimentado mais de R$ 1 milhão nos golpes, em apenas um ano.

Um homem de 41 anos foi preso na capital paulista, outro de 26 na cidade de Bragança Paulista e uma mulher de 25 anos foi detida em Bom Jesus dos Perdões. Outros dois suspeitos que também tinham mandados de prisão, de 22 e 23 anos, não foram localizados e seguem sendo procurados. De acordo com o delegado Dr. Kalil Ribeiro Dias, o principal alvo do grupo seriam pessoas idosas.

"Eles abordaram as vítimas que tinham dificuldade de usar o caixa eletrônico, trocavam de cartão com essas pessoas, sem que elas percebessem, e faziam movimentações bancárias com a transferiram do dinheiro para os chefes do esquema em São Paulo", explicou.

De acordo com a investigação, foram identificadas vítimas nos estados de Minas Gerais e São Paulo. Outro método usado pelo bando era o do cartão clonado. Nele, a quadrilha se passa por uma instituição bancária com o objetivo de recolher cartões de banco, alegando que os dispositivos foram clonados. Por telefone, avisam que um mototaxista irá buscar e destruir e cartão, porém, o chip não é quebrado e os criminosos sacam dinheiro e fazem compras em nome da pessoa. 

 

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