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Polícia Civil descobre fábrica clandestina de remédios pet

Operação ocorreu em Campo do Meio (MG) e Campos Gerais (MG); Medicamentos falsos podem causar a morte de cães e gatos

| Especial para o tudo ep -

Polícia Civil de MG faz operação no Sul de Minas contra falsificação e comércio de medicamentos para cães e gatos. (Foto: PCMG)
Uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), ocorrida no dia 4/8, identificou a fabricação e comércio de medicamentos de uso veterinário falsificados na região do Sul de Minas. A informação foi divulgada nesta semana pelas autoridades policiais.

Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de Campo do Meio (MG) e Campos Gerais (MG).


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A força-tarefa contou com a coordenação do Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes, através da 3ª Delegacia Especializada em Investigação de Fraudes. Ainda, a operação teve suporte do 18° Departamento de Polícia Civil, da Delegacia Regional em Alfenas e da Delegacia de Polícia Civil em Campos Gerais.

O objetivo foi conter o avanço da comercialização de remédios falsos de uso exclusivamente veterinário em sites de comércio eletrônico.

PETS EM RISCO

Segundo a polícia, os medicamentos eram comercializados de maneira ilegal pela internet em plataformas virtuais, com grande potencial de colocar em risco a saúde de animais de estimação e podendo, inclusive, causar a morte.

Ainda, durante a operação, uma grande quantidade desses falsos produtos medicamentosos foi apreendida na cidade de Campo do Meio.

Entre os produtos falsificados, foram encontradas centenas de caixas falsificadas de um antiparasitário famoso no mercado pet. O valor médio de cada caixa desse produto é de R$ 100 no comércio legal.

De acordo com as apurações, a rede de falsificação era tão organizada que contava com uma fábrica clandestina para manipulação dos falsos remédios.

A polícia também está investigando a possibilidade de que a organização criminosa tenha feito altas movimentações financeiras sem declaração de impostos.

Até o momento, não foi possível mensurar a dimensão do mercado atendido pelos criminosos, porém, sabe-se que os suspeitos atuavam em todo território nacional.

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