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Startup: novo modelo de negócio dinamiza o mercado da inovação

A tecnologia tem permitido novos produtos, serviços e um grande ecossistema de incentivo ao desenvolvimento

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Leonardo Missio, apresentador do programa Tudo Inovação (Foto: Divulgação/Tudo Inovação)

 

Quando se trata de empreendedorismo nas áreas de tecnologia e inovação, uma palavra é recorrente no meio: Startup. 

A palavra em inglês tem como significado literal "empresa emergente", ou seja, que está dando seus primeiros passos no mercado, até mesmo que está em busca de investimentos, e apresenta resultados ainda incipientes. Mas na verdade as startups formam um novo conceito de negócios que tem revolucionado o mercado, gerado receita e inúmeras oportunidades de trabalho e de desenvolvimento. 

Em 2021, 393 novas startups foram financiadas pela primeira vez no Brasil, envolvendo 122 mil pessoas neste mercado de base tecnológica. Dentro deste cenário, as regiões de abrangência da EPTV se destacam pelos dados que apresentam. 

Campinas é a segunda maior cidade do Estado de São Paulo em número de startups. Ribeirão Preto possui cerca de 290 startups atuantes. Em São Carlos existe uma startup para cada 1.300 habitantes. E no Sul de Minas Gerais quatro startups estão no TOP 10 do ranking nacional das mais atrativas para investimentos de grandes empresas. 

Somada às características que estas cidades e regiões possuem para atrair novas oportunidades de negócios, está a presença de importantes universidades, centros de pesquisa, laboratórios de tecnologia e hubs de inovação. Juntos, eles fomentam e fortalecem um ecossistema de profissionais visionários. Desta forma, pode-se afirmar que estas regiões possuem um ambiente propício à criação e implantação de novas ideias, produtos e serviços, e que tem impactado positivamente na força do empreendedorismo e de inovação. 

CARACTERÍSTICAS 

O que diferencia as startups de uma empresa tradicional? 

O Tudo Inovação tem mostrado que este novo modelo de negócios pode ser impulsionado por um ecossistema que envolva profissionais de atuações diversas e um ambiente favorável ao desenvolvimento de novas soluções. É até mesmo por meio de parceria entre os poderes público e privado, como por exemplo, universidades, como foco no desenvolvimento da pesquisa, e investidores mais experientes por meio de financiamentos. 

Mas as startups também se caracterizam por um modelo de negócios, cujo produto pode ser repetível e escalável. Por exemplo: há poucos anos o consumidor tinha a oportunidade de comprar um DVD para assistir a um filme em casa, e isso era cômodo. Mas hoje o avanço da tecnologia fez surgir uma nova realidade. 

Por meio de uma plataforma digital, como o Globoplay, por exemplo, o consumidor pode assistir a uma infinidade de vídeos de entretenimento, filmes, séries e outros conteúdos, que também serão comercializados para inúmeras outras pessoas. Ou seja, o alcance do produto é ampliado, otimizando o lucro sem impactar na linha de produção. Isso é inovação! 

MARCO LEGAL 

Diante deste mercado moderno, dinâmico e relativamente novo, foi instituída a Lei Federal Complementar 182/2021, de 1º de junho de 2021. E mais uma vez Campinas saiu à frente, tornando-se o primeiro município do Brasil a aderir a Lei. 

Conhecida como Marco Legal das Startups, a lei estabelece princípios e diretrizes para fomentar um ambiente favorável de negócios voltados a este universo do empreendedorismo inovador. No texto da lei são definidos desde os pré-requisitos para enquadramento de uma nova empresa como startup a diversos outros detalhes. Entre eles, as possibilidades de investimentos e financiamentos por parte de pessoas físicas e jurídicas e também sobre as parcerias entre instituições públicas e privadas. 

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