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Mesmo com recorde de vendas, livro de príncipe Harry ainda perde para Harry Potter

A obra se chama Spare, chegou às lojas nesta terça-feira (10) e já vendeu mais de 1,43 milhão de cópias

| Da redação -

 

Livro "Spare", em três dias" já bateu recordes expressivos (Foto: Reprodução/ Victoria Jones/Pool via Reuters)

 

O livro "Spare", que conta as memórias do príncipe Harry, chegou às prateleiras nesta terça-feira (10). Em três dias, a obra já ultrapassou alguns best-sellers como o livro de Barack Obama e de sua mulher, Michelle. 

"Spare" vendeu mais de 1,43 milhão de cópias em todos os formatos em EUA, Canadá e Reino Unido, incluindo pré-encomendas. O número marcou as maiores vendas no primeiro dia de qualquer livro de não ficção já publicado pela Penguin Random House, considerada a maior editora do mundo. 

A magnitude de suas vendas coloca "Spare" entre alguns dos livros de capa dura mais vendidos na memória recente. "A Promised Land" (Uma Terra Prometida), de Barack Obama, vendeu mais de 887 mil cópias em todos os formatos nos EUA e no Canadá em seu primeiro dia de publicação. O livro de memórias de Michelle Obama, "Becoming" (Minha História), também publicado pela Penguin Random House, vendeu mais de 725 mil unidades nos EUA e no Canadá no dia de lançamento. 

No Reino Unido, Spare estabeleceu um recorde de vendas para o primeiro dia de um livro de não ficção, vendendo 400 mil cópias, incluindo pré-encomendas. "Os únicos livros que venderam mais rápido em um dia foram sobre o outro Harry, Harry Potter", disse Larry Finlay, diretor administrativo da Transworld Penguin Random House. 

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CRÍTICA 

A crítica reagiu de forma mista ao livro de Harry, com alguns críticos elogiando a prosa, mas questionando se o príncipe foi longe demais em expor queixas apontadas por alguns críticos como mesquinhas. 

Harry disse no livro que seu irmão William o agrediu durante discussão sobre sua mulher, Meghan. Ele contou que matou 25 pessoas no Afeganistão e seu irmão o encorajou a se vestir como um nazista para uma festa à fantasia. O livro traz ainda, desde momentos prosaicos da família real, com detalhes da intimidade da rainha Elizabeth II e do rei Charles III, e como Harry conheceu sua mulher, Meghan. 

Mas o trauma que passa por toda a obra é a morte da mãe do príncipe, a princesa Diana. As passagens mais comoventes do livro mostram o menino de 12 anos com dificuldade para viver o luto sob o escrutínio público. Ele só chorou uma vez, à beira do túmulo, e nunca mais. E passou anos aferrado à fantasia de que ela simplesmente estava escondida. 

*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

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