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Entenda a jornada de um atleta para chegar ao Mundial de Atletismo

ON RUN conta com a ajuda do especialista em estatística e treinador Rodrigo Dario Diniz para explicar e acompanhar o caminho dos brasileiros até a competição que será no Oregon, no Estados Unidos, entre os dias 15 e 24 de julho

| ON Run -

Identidade visual do Campeonato Mundial do Oregon 2022
Não bastasse o desafio dos treinos, os atletas brasileiros precisam conseguir bons resultados para participar dos principais eventos do atletismo, como Jogos Olímpicos e Campeonato Mundial. Nesses casos, é necessário que os atletas atinjam um índice, pois cada país tem um número limitado de vagas. A próxima grande disputa internacional será o Mundial do Oregon, no Estados Unidos, entre os dias 15 e 24 de julho.


No caso do atletismo, pelo fato de ser composto por várias provas, a mecânica para esses índices varia. Afinal as capacidades físicas são específicas. A velocidade é o grande diferencial nas provas como os 100 metros rasos, que possui mais oportunidades e períodos mais longos para obtenção de marcas. Já a maratona, que é a prova mais resistente - junto com a marcha atlética - tem um prazo para obtenção dos índices menor.

Vale destacar que os índices só terão validade quando obtidos em provas oficiais, seguindo os critérios da WA (World Athletics), principalmente no que diz respeito à saúde dos atletas e o uso de substâncias proibidas.

ON RUN terá a contribuição do especialista em estatística, o treinador Rodrigo Dario Diniz para nos ajudar a entender melhor e acompanhar o desempenho dos brasileiros nas mais diversas categorias e provas do atletismo brasileiro. "Seja bem-vindo Rodrigo e obrigado por ajudar nossos leitores a entenderem um pouco mais sobre a estatística por trás dos resultados dos atletas!", afirma Ronaldo Dias, consultor técnico de ON RUN.

Como está a classificação para o mundial hoje?
Segue estudo semanal com o levantamento dos atletas brasileiros na "Corrida para rumo ao Mundial de Oregon".  

O Estudo baseia-se no sistema de classificação para o maior evento do atletismo mundial, que será realizado nos Estados Unidos entre os dias 15 e 24 de julho.  

Com o novo sistema de classificação, que inclusive foi adotado nos Jogos Olímpicos de Tokyo 2021, os atletas podem se classificar da seguinte forma:
- Por índices estipulados pela W.A,
- Pelo sistema de pontuação, que é uma somatória que envolve: pontuação pela marca obtida + o peso da competição + a colocação no referido evento,
- Campões de Área - campeões continentais (no caso do Brasil, aqueles que foram campões do Sul-Americano, realizado em 2021, na cidade de Guayaquil no Equador,
- Wild Card - com provas que contemplam os campões com acesso imediato para o mundial.  

O sistema completo de classificação pode ser visualizado no site oficial da WA. Clique AQUI para conferir.  

DEFINIÇÕES 
As provas da maratona e 35km marcha atlética tiveram seus períodos de classificação encerrados no último dia 29 de maio e, portanto, o Brasil já conhece seus primeiros representantes no evento que, inclusive, foram anunciados em uma live pelo presidente da CBAt (confira abaixo ou clique AQUI para ler a reportagem de ON RUN).


 

CONFIRA OS CONVOCADOS
Maratona:
Daniel do Nascimento - Índice
Jose Marcio Leão- Índice
Paulo Roberto Paula- Índice

35km Marcha
Viviane Santana Lyra-Índice
Elianay Pereira - Ranking de Pontos
Caio Bonfim Sena -Ranking Pontos

A Atleta Erica Sena também conseguiu o índice nas provas de 20km e 35km de marcha, mas não estará neste mundial pois está grávida. Portanto, não disputará a edição do Mundial de Eugene.
 
CENÁRIO ATUAL
No atual cenário - atualizado nesta quarta-feira (08/06) -, o Brasil estaria classificando para a competição:
23 mulheres
29 homens
Total de Brasileiros em Oregon até o momento: 52  

Clique AQUI para a lista atualizada de convocados. 

Oscilações da semana passada para nova atualização
Subiram posições no Ranking: 8
Caíram posições no ranking: 38
Permaneceram na mesma posição: 45
 

Considerações Gerais

1- A atleta Valdileia, do salto em altura, está classificada como 3º no Ibero Americano, sendo a primeira colocada uma atleta da Ucrânia, que não deveria ter sido pontuada por não pertencer ao grupo de países Ibero-Americanos (atleta convidada)

"Saliento que este estudo é um trabalho independente seguindo as publicações do World Ranking da World Athletics, não levando em consideração os critérios estabelecidos pela Confederação Brasileira de Atletismo, bem como, sem nenhum vínculo com a referida entidade", completa Rodrigo Dario Diniz.

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