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Filhas do Paraná promovem expedição contra a violência à mulher

Motocilistas percorrem diversas cidades do Paraná promovendo a conscientização sobre o problema das agressões doméstica e o feminicídio

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Um grupo de mulheres motociclistas estão percorrendo toda a divisa do Paraná com São Paulo (Divulgação)
Um grupo de mulheres motociclistas da confraria "Filhas do Vento e da Liberdade", de Curitiba-PR, estão percorrendo toda a divisa do Paraná com São Paulo, entre os dias 15 a 21 de agosto, em prol da conscientização pelo fim da violência contra a mulher, empunhando a bandeira do Agosto Lilás.

Com apoio da Honda Blokton, o projeto intitulado "Expedição Filhas do Paraná" reedita a iniciativa realizada em 2021, quando integrantes do grupo rodaram cerca de 3 mil quilômetros visitando municípios localizados próximos às divisas com São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, além de Argentina e Paraguai.  

Uma atitude pioneira feita por mulheres, que também serviu para traçar uma rota para o mototurismo no estado, batizada de "As 5 Fronteiras do Paraná". Naquela oportunidade, a confraria aproveitou o movimento mundial do Outubro Rosa para promover a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama.   
 
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A segunda expedição começou com cinco motociclistas, que ganharam a companhia de outras duas durante o percurso.  

Viagem


A princípio, o trajeto terá paradas em oito municípios na divisa com São Paulo. As cidades são (todas no Norte Pioneiro): Tomazina, Siqueira Campos, Joaquim Távora, Carlópolis, Ribeirão Claro, Jacarezinho, Bandeirantes e Cornélio Procópio.  

O intuito é sensibilizar a sociedade na busca de apoio às mulheres vítimas de agressões, bem como chamar a atenção para investimentos na saúde mental delas e medidas preventivas e políticas para as populações mais vulneráveis à violência familiar e doméstica.  

Plantio  

Durante a passagem pelas cidades, as motociclistas fazem o plantio de árvores ipês e visitam entidades sociais e representativas. Na expedição 2022, haverá uma novidade: a trupe vai enterrar cápsulas do tempo em cada cidade do trecho. Nos recipientes, cartas escritas por mulheres das localidades, que serão abertas nas próximas décadas. O conteúdo abordará os anseios, as conquistas e as lutas dessas pessoas.



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